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DESCRIPTION;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:SHORT CUTS & WO-MAN IN TOMATOES=0D=0ADirec=E7=E3o art=EDstica de EWA WYCICHOWSKA=0D=0A=0D=0ASobre a sua obra Short-cuts, escreve Istvan Juhos-Putto: =ABAo caminhar pe=
la rua, imagino o v=EDnculo emocional que existe entre os transeuntes. Tod=
os queremos impressionar, uns em segredo, outros abertamente. Penso na min=
ha inf=E2ncia... Poderia ser comparada com uma viagem assim=E9trica e impr=
evis=EDvel, ou com a busca de um estilo de vida. =C9 exactamente isto que =
procuro, a constru=E7=E3o de la=E7os, sem finitude: gosto de contar hist=
=F3rias que ligam pessoas=BB.=0D=0A=0D=0AWo-man in tomatoes, coreografia de =
Yossi Berg, =E9 quase nost=E1lgica, pontuada por acentos humor=EDsticos. S=
empre latente, a ironia e o sarcasmo moldam estere=F3tipos da cultura pop =
contempor=E2nea, em que o entretenimento causa simultaneamente uma refle=
x=E3o sobre o mundo. Os bailarinos de Berg exibem uma forte fisicalidade, =
num fluxo cont=EDnuo de energia, numa mise-en-sc=E8ne que se inspira na Da=
n=E7a-Teatro, permitindo ao criador a justaposi=E7=E3o do movimento, da vo=
z e da m=FAsica.=0D=0A=0D=0AIstvan Juhos-Putto formou-se na Escola de Ballet=
 de Budapeste, iniciando a carreira com core=F3grafos e companhias contemp=
or=E2neas internacionais. A sua variada experi=EAncia marca profundamente =
a sua linguagem est=E9tica e vocabul=E1rio de movimento, originando um est=
ilo e tem=E1ticas particulares.=0D=0A=0D=0AYossi Berg recebeu o 1.=BA pr=E9m=
io do Minist=E9rio da Cultura para Melhor Core=F3grafo e Melhor Artista a =
Solo; venceu o Concurso Internacional de Coreografia (Han=F4ver), o Concur=
so Internacional Serge Diaghilev de Arte Coreogr=E1fica e o Concurso Inter=
nacional de Coreografia (Nova Iorque).=0D=0A=0D=0A[ http://www.ctalmada.pt/cgi-bin/wnp_db_dynamic_record.pl?dn=3Ddb_temporada&sn=3Dtemporada_09-=
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DESCRIPTION;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:PE=C7A A RETALHO=0D=0Adirec=E7=E3o art=EDstica de ANA MACARA=0D=0A=0D=0AO 4.=BA Colectivo - N=FAcleo de Dan=E7a =E9 formado por profissionais da d=
an=E7a dos 20 aos 5 0 anos, e est=E1 ligado =E0 Universidade T=E9cnica de =
Lisboa e =E0 Faculdade de Motricidade Humana. Este =E9 um projecto inter-g=
eracional que vive das sinergias internas dos participantes, aliado ao exp=
erimentalismo que advenha do cruzamento com qualquer outra forma art=EDsti=
ca.=0D=0A=0D=0AAna Macara estudou com Anna Mascolo, Yves Casatti, Andrej Gle=
golsky, Patrick Hurde, Wanda Ribeiro da Silva, Edgar Coronado, Molly Mollo=
y, Manuela Valadas, Barbara Pierce, Aaron Osborn e Susannah Haymann-Shaffe=
y. Depois de se licenciar em Educa=E7=E3o F=EDsica, parte para Paris como =
assistente do core=F3grafo Chris Pag=E9s. Apresenta projectos pluridiscipl=
inares com o Grupo Experimental de Dan=E7a Jazz e nos Encontros ACARTE. Al=
=E9m de core=F3grafa, =E9 consultora art=EDstica na Companhia de Dan=E7a d=
e Almada e produtora na Quinzena de Dan=E7a de Almada. Em 2004, recebeu o =
pr=E9mio de carreira Lawther Award, da Universidade da Carolina do Norte (=
EUA).=0D=0A=0D=0A[ http://www.ctalmada.pt/cgi-bin/wnp_db_dynamic_record.pl?dn=3Ddb_temporada&sn=3Dtemporada_09-=
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DESCRIPTION;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:E DAN=C7ARAM PARA SEMPRE=0D=0A=93Children=92s Corner=94=0D=0A=0D=0AO espect=E1culo tem in=EDcio com a pe=E7a =93Children=92s Corner=94, que f=
unciona como prel=FAdio para a coreografia de =93La Bo=EEte =E0 Joujoux=94=
: um mundo dentro de uma caixa de brinquedos em que os bonecos ganham vida=
. Ambas as pe=E7as foram escritas por Debussy e s=E3o duas obras repletas =
de humor e ternura. Clara Andermatt manteve a estrutura central da hist=F3=
ria de Andr=E9 Hell=E9, criando um =93bailado=94 no sentido formal, mas re=
pleto da habitual energia emocional das suas cria=E7=F5es.=0D=0A=0D=0AO espe=
ct=E1culo conta com m=FAsica ao vivo tocada pelo pianista Ant=F3nio Rosado=
 e com a participa=E7=E3o da artista pl=E1stica Joana Vasconcelos, que cru=
za o imagin=E1rio est=E9tico de uma das suas conhecidas "Valqu=EDrias" com=
 o tema desta cria=E7=E3o, para realizar a cenografia e os figurinos da pe=
=E7a.=0D=0A=0D=0A[ http://www.ctalmada.pt/cgi-bin/wnp_db_dynamic_record.pl?dn=3Ddb_temporada&sn=3Dtemporada_09-=
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DESCRIPTION;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:NORTADA=0D=0ACOMPANHIA OLGA RORIZ=0D=0A=0D=0AOlga Roriz apresenta Nortada, cria=E7=E3o de 2009, que inicia no TMA a sua=
 digress=E3o nacional, como =ABum espect=E1culo sobre as mem=F3rias dessa =
minha terra [Viana do Castelo] onde nunca vivi mas da qual guardo os mais =
fortes momentos de inf=E2ncia e adolesc=EAncia. Tudo nessa terra me =E9 fa=
miliar apesar de tanta ser a dist=E2ncia e maior ainda a aus=EAncia=BB. O =
cen=E1rio que nos reporta a dois espa=E7os distintos, um exterior e outro =
interior, est=E1 ao longo de toda a pe=E7a deliberadamente concentrado num=
a sala de jantar. Nesse local onde invariavelmente a fam=EDlia se junta. T=
udo nasce e se desenvolve a partir de uma refei=E7=E3o para no fim voltar =
a ela como um c=EDrculo sem fuga e aparentemente perfeito apesar de todas =
as vicissitudes.=0D=0A=0D=0ASobre a Nova Dan=E7a Portuguesa (NDP), escreve A=
ugusto M. Seabra: =ABEm 1987 come=E7=E1vamos a ter acesso aos primeiros tr=
abalhos dos core=F3grafos da NDP que tinham vivido em Nova Iorque e em Fra=
n=E7a, chegando agora com novas ferramentas que imprimiriam outras din=E2m=
icas ao modo de fazer, pensar e ver dan=E7a. O papel das institui=E7=F5es,=
 e em particular o papel das companhias de repert=F3rio, necessitava de um=
a defini=E7=E3o, de uma reformula=E7=E3o. Em boa hora a Gulbenkian encontr=
ou em Olga Roriz a aud=E1cia necess=E1ria para recentrar o int=E9rprete no=
 interior da coreografia, indo ao encontro das perguntas fundamentais da t=
e=F3rica Laurence Louppe: "como pode o corpo contempor=E2neo encontrar a s=
ua liberdade? Mas sobretudo a possibilidade de inaugurar um espa=E7o que l=
he seja pr=F3prio?"=BB.=0D=0A=0D=0A[ http://www.ctalmada.pt/cgi-bin/wnp_db_dynamic_record.pl?dn=3Ddb_temporada&sn=3Dtemporada_09-=
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DESCRIPTION;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:GISELLE=0D=0Acoreografia de GEORGES GARCIA=0D=0A=0D=0AGiselle ou Les willis =E9 um encantat=F3rio bailado cl=E1ssico, caracteriz=
ado por uma requintada paleta de emo=E7=F5es extremas. Numa Idade M=E9dia =
imagin=E1ria, em plena Ren=E2nia, Giselle dan=E7a para o seu apaixonado Al=
brecht, afinal o duque da Sil=E9sia que a visita disfar=E7ado de alde=E3o.=
 Hilarion =96 um conterr=E2neo que a ama em segredo =96 desvenda o segredo=
 de Albrecht, enlouquecendo a delicada rapariga, que se suicida. O alegre =
tempo das vindimas do I acto volve-se, no II, numa =E1lgida floresta noctu=
rna, onde as cru=E9is willis =96 esp=EDritos alados, em quem a mitologia e=
slava identifica as virgens que morriam amaldi=E7oadas =96 reclamam a alma=
 de Giselle. Inconformados com o destino daquele que amavam, Hilarion e Al=
brecht encontram-se junto ao seu t=FAmulo. Mas o seu desafio custar-lhes=
-=E1 caro e Giselle s=F3 conseguir=E1 salvar aquele que amou.=0D=0A=0D=0AEst=
reado em Paris, a 28 de Junho de 1841, no Th=E9=E2tre de l=92Acad=E9mie Ro=
yale de Musique, o bailado Giselle distingue-se por uma partitura musical =
refinadamente emotiva e por exigir int=E9rpretes t=E3o virtuosos, quanto g=
raciosos. A vers=E3o apresentada pela CNB no TMA, coreografada por Georges=
 Garcia, segue a revis=E3o coreogr=E1fica que Marius Petipa levou a cabo c=
om o Ballet Imperial, de S=E3o Petersburgo, entre 1884 e 1903.=0D=0A=0D=0A[ http://www.ctalmada.pt/cgi-bin/wnp_db_dynamic_record.pl?dn=3Ddb_temporada&sn=3Dtemporada_09-=
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SUMMARY;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:ESTUDO PARA UMA CIDADE PERFEITA
DESCRIPTION;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:ESTUDO PARA UMA CIDADE PERFEITA=0D=0Aconcep=E7=E3o e direc=E7=E3o de JEAN PAUL BUCHIERI=0D=0A=0D=0AEstreado no Festival de Almada de 2009, o espect=E1culo Estudo para uma ci=
dade perfeita desenvolve-se livremente a partir das obras O vis=EDvel e o =
invis=EDvel, de Maurice Merleau-Ponty, e As cidades invis=EDveis, de Italo=
 Calvino. As escolhas dramat=FArgicas recaem sobre a constru=E7=E3o de uma=
 =FAnica figura feminina que, oscilando entre fic=E7=E3o e realidade, atra=
vessa longitudinalmente os contos narrados, habita os espa=E7os, vive e so=
nha as cidades. Esta figura permanece numa viagem sem desejo de destino, d=
eslocada de uma l=F3gica narrativa na qual vivemos o presente e onde conti=
nuamos a tentar alcan=E7ar uma cidade perfeita. Ela aparece e desaparece c=
omo imagens ou mem=F3rias, privadas ou p=FAblicas.=0D=0A=0D=0ANasceu em It=
=E1lia em 1967 e reside em Portugal desde 1993. Encontra-se neste momento =
a finalizar a sua tese de Doutoramento na FMH. sobre O lugar do corpo do i=
nt=E9rprete na escrita c=E9nica contempor=E2nea. Na Funda=E7=E3o Calouste =
Gulbenkian frequentou o Curso de Encena=E7=E3o de =D3pera, onde apresenta =
Raphael, reviens!, =F3pera contempor=E2nea de Bernard Cavanna. Faz parte d=
o corpo docente da Escola Superior de Teatro e Cinema. Colaborou com Bob W=
ilson, Jorge Listopad, Maria Jo=E3o Pires, Vadislav Paz, Ana Luisa Guima=
r=E3es, Natalia Luisa/Teatro Meridional, Gabriele Muccino e Joaquim Benite=
. Apresenta regularmente as suas cria=E7=F5es em Portugal e no estrangeiro=
 e, paralelamente, desenvolve uma intensa actividade pedag=F3gica sobre o =
trabalho do int=E9rprete a partir do corpo.=0D=0A=0D=0A[ http://www.ctalmada.pt/cgi-bin/wnp_db_dynamic_record.pl?dn=3Ddb_temporada&sn=3Dtemporada_09-=
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DESCRIPTION;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:NIEUWZWART=0D=0Ade WIM VANDEKEYBUS=0D=0A=0D=0AEm nieuwZwart, Wim Vandekeybus reuniu um grupo de sete jovens int=
=E9rpretes =96 tr=EAs raparigas e quatro rapazes =96, com ele experimentan=
do novas formas de fisicalidade, inspiradas nas ideias de mudan=E7a e evol=
u=E7=E3o que se processam atrav=E9s da destrui=E7=E3o e da recusa. A contr=
ibui=E7=E3o do m=FAsico de rock belga Mauro Pawlowski =96 membro da banda =
Deus =96 n=E3o se reflecte apenas na influ=EAncia do seu ecletismo experim=
entalista no processo criativo, como contamina tamb=E9m, atrav=E9s da sua =
actua=E7=E3o ao vivo, a explora=E7=E3o dos temas aqui seleccionados pelo c=
ore=F3grafo: o corpo no seu momento, a eternidade da alma e a perigosidade=
 das paix=F5es humanas, ou seja, a rela=E7=E3o do movimento inerente ao co=
rpo =96 seja f=EDsico ou emotivo =96 e as =ABmoraliza=E7=F5es=BB que o ten=
tam deter.=0D=0A=0D=0ADepois de trabalhar dois anos com Jan Fabre, Wim Vande=
keybus fundou em 1986, na capital espanhola, a sua pr=F3pria companhia (Ul=
tima Vez). N=E3o tendo ent=E3o desenvolvido ainda um vocabul=E1rio de da=
n=E7a aut=F3nomo, resolveu partir do ch=E3o e us=E1-lo para gizar o movime=
nto que hoje o distingue: violento, en=E9rgico, poderoso e sensual. Em 198=
7, estreou o primeiro trabalho, What the Body Does not Remember, com m=FAs=
ica de Thierry De Mey e Peter Vermeersch. Articulados com a precis=E3o de =
um mecanismo sem falhas, os gestos dos bailarinos de Vandekeybus causaram =
imediatamente um assinal=E1vel impacto. Desde essa estreia at=E9 hoje, j=
=E1 assinou mais de 25 cria=E7=F5es, v=E1rias delas j=E1 apresentadas em P=
ortugal.=0D=0A=0D=0A[ http://www.ctalmada.pt/cgi-bin/wnp_db_dynamic_record.pl?dn=3Ddb_temporada&sn=3Dtemporada_09-=
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DESCRIPTION;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:O AQUI=0D=0Adirec=E7=E3o art=EDstica e coreografia de ANA RITA BARATA=0D=0A=0D=0AO desafio foi grande e o resultado =E9 um espect=E1culo de dan=E7a com uma=
 narrativa ora fluida, ora fragmentada, onde se encontram mundos diferente=
s no ser e no estar. Conquista-se um espa=E7o de igualdade, pela aceita=E7=
=E3o da diferen=E7a como potencial criativo. Esta pe=E7a pretende ser um l=
ugar de paragem nas encena=E7=F5es que a sociedade produz em torno de cida=
d=E3os portadores de defici=EAncia mental e f=EDsica.=0D=0A=0D=0AAna Rita Ba=
rata formou-se na Escola de Dan=E7a de Lisboa e no European Dance Developm=
ent Centre (Holanda); e estudou o m=E9todo Asthanga Vinyasa YOGA com v=E1r=
ios mestres. Desde 1994, como core=F3grafa e directora art=EDstica, colabo=
ra com Pedro Sena Nunes em v=E1rios espect=E1culos transdisciplinares, num=
a rela=E7=E3o directa com comunidades especiais.=0D=0A=0D=0APedro Sena Nunes=
 =E9 realizador, produtor e fot=F3grafo. Concluiu o Curso de Cinema na Esc=
ola Superior de Teatro e Cinema. Co-fundou a Companhia de Teatro Meridiona=
l. Foi Director Criativo e Pedag=F3gico da ETIC e consultor art=EDstico da=
 Vo=92Arte. A sua longa-metragem Elogio ao =BD (2006) integrou a Competi=
=E7=E3o Internacional do III DocLisboa.=0D=0A=0D=0A[ http://www.ctalmada.pt/cgi-bin/wnp_db_dynamic_record.pl?dn=3Ddb_temporada&sn=3Dtemporada_09-=
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DESCRIPTION;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:NOITE DE REIS=0D=0Aencena=E7=E3o de JOHN MOWAT=0D=0A=0D=0AEspect=E1culo performativo =ABf=EDsico e visual=BB =96 como o define o seu=
 encenador John Mowat =96, Noite de Reis, vive apenas da presen=E7a da bai=
larina Leonor Keil. Baseando-se na pe=E7a hom=F3nima de Shakespeare =96 cu=
jo t=EDtulo em ingl=EAs (Twelfth night, Or what you will, de 1602) remete =
tanto para a festa da Epifania, como para a comicidade da trama =96, o esp=
ect=E1culo centra-se nas personagens de Viola e Sebastian, os irm=E3os g=
=E9meos que, tendo naufragado, arribam separados =E0s costas de Illyria, i=
gnorando que o outro tamb=E9m se salvara. Instalada a confus=E3o, a int=E9=
rprete desempenha as demais personagens da pe=E7a, num complexo exerc=EDci=
o de reinven=E7=E3o que recupera os equ=EDvocos da ilus=F3ria Illyria de S=
hakespeare.=0D=0A=0D=0AJohn Mowat nasceu em Londres. Estudou escultura na Ci=
ty and Guilds of London Art School e pantomima, entre 1978 e 1980. Em 1980=
 come=E7a a criar one-man-show=92s. A partir de 1990, desenvolve a sua act=
ividade pedag=F3gica em v=E1rias escolas inglesas e europeias. Paralelamen=
te, prossegue a sua actividade criativa enquanto performer e encenador. Em=
 1994 cria, em conjunto com Paul Morel e Tanya Scott-Wilson, a companhia d=
e teatro Oddbodies na qual dirigiu e interpretou v=E1rios espect=E1culos d=
e pantomima e teatro. Em Portugal, criou para a companhia Chapit=F4 os esp=
ect=E1culos O caf=E9 (Expo 98), Leonardo, Romeu e Julieta, D. Quixote, Tal=
vez Cam=F5es e O grande criador; e, para a Companhia Paulo Ribeiro, Auto d=
a barca do inferno e Noite de Reis.=0D=0A=0D=0A[ http://www.ctalmada.pt/cgi-bin/wnp_db_dynamic_record.pl?dn=3Ddb_temporada&sn=3Dtemporada_09-=
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SUMMARY;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:A SERIEDADE DO ANIMAL
DESCRIPTION;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:A SERIEDADE DO ANIMAL=0D=0Acoreografia de MARLENE FREITAS=0D=0A=0D=0AA pe=E7a Baal, de Bertolt Brecht, =E9 o ponto de partida de um processo cr=
iativo que se afasta do cariz solit=E1rio que o autor imprime no texto, as=
sim como do movimento expressionista da =E9poca. O texto est=E1 presente d=
e forma muda ao longo da pe=E7a, onde cada int=E9rprete representa persona=
gens espec=EDficas em tempos determinados, como se estivessem num palco su=
rdo, capaz de acolher tanto um gesto dram=E1tico ou uma massa abstracta, u=
m gesto artificial ou necess=E1rio. O espa=E7o c=E9nico =E9 propositadamen=
te restrito, motivado pelo desejo da ultra-exposi=E7=E3o do mais pequeno g=
esto, a constru=E7=E3o do movimento e a sua transforma=E7=E3o.=0D=0A=0D=0AMa=
rlene Freitas =E9 natural de Cabo Verde. Core=F3grafa e bailarina, complet=
a a Escola Superior de Dan=E7a em 2002. Frequenta o Curso de Coreografia d=
o Programa Criatividade e Cria=E7=E3o Art=EDstica da Funda=E7=E3o Calouste=
 Gulbenkian (2005); a P.A.R.T.S., sob a direc=E7=E3o de Anne Teresa de Kee=
rsmaker (1=BA ciclo, 2002/2004). Foi bolseira do CNC em 2006/2007. Trabalh=
ou com os core=F3grafos Boris Charmatz, Tiago Guedes, Emmannuelle Huynn, L=
oic Touz=E9, Jean Paul Bucchieri, Francisco Camacho, Ludger Lamers, Ant=F3=
nio Tavares e Concei=E7=E3o Nunes. Em 2005, desenvolve um projecto de da=
n=E7a conjuntamente com a Associa=E7=E3o Moinho da Juventude, do Bairro Co=
va da Moura. Actuou no Festival Temps d=92Images (2008), Box Nova (CCB) e =
CAMJAP (Funda=E7=E3o Gulbenkian). Actualmente, dedica-se =E0 nova cria=E=
7=E3o de Emmannuelle Huynn e ao projecto teatral West coast of Europe, de =
R=FAben Tiago.=0D=0A=0D=0A[ http://www.ctalmada.pt/cgi-bin/wnp_db_dynamic_record.pl?dn=3Ddb_temporada&sn=3Dtemporada_09-=
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SUMMARY;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:SUPERMAN e NOSSA SENHORA DAS FLORES
DESCRIPTION;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:SUPERMAN e NOSSA SENHORA DAS FLORES=0D=0Acoreografia e interpreta=E7=E3o de FRANCISCO CAMACHO=0D=0A=0D=0AFrancisco Camacho traz ao TMA duas das suas cria=E7=F5es emblem=E1ticas. S=
uperman (2000) nasceu de um desafio do ACARTE (Funda=E7=E3o Gulbenkian) a =
seis criadores, para trabalharem a partir de banda desenhada. O criador mu=
ltiplica-se, aqui, em Clark Kent, Super-homem e numa personagem surpresa. =
O di=E1logo com as imagens projectadas e a luz verde (a kryptonite) entret=
ece figuras e ac=E7=F5es. Nossa Senhora das flores (1993), aplaudida em =
v=E1rios palcos estrangeiros e obra de refer=EAncia da dan=E7a portuguesa,=
 caracteriza-se por uma pung=EAncia e uma exalta=E7=E3o quase religiosas, =
a que n=E3o falta humor e ironia. A m=FAsica medieval dirigida por Jordi S=
avall contribui para a beleza do espect=E1culo, assim como a luz e a plast=
icidade dos figurinos.=0D=0A=0D=0AFrancisco Camacho (Lisboa, 1967) estudou n=
as escolas da Companhia Nacional de Bailado (1982/83) e do Ballet Gulbenki=
an (1983/84); e, em Nova Iorque, no Merce Cunningham Dance Studio e no Lee=
 Strasberg Theatre Institute. Dan=E7ou com Paula Massano, Meg Stuart, Alai=
n Platel e Carlota Lagido. Coreografando desde 1988, trabalhou em co-autor=
ia com M=F3nica Lapa, Vera Mantero, Carlota Lagido, Fernanda Lapa e Miguel=
 Abreu. Desenvolveu interven=E7=F5es para Pedro Cabrita Reis (Bona, Museu =
de Arte Contempor=E2nea) e na exposi=E7=E3o de Francis Bacon, no Museu de =
Serralves. Ensina regularmente em Portugal e no estrangeiro. Foi galardoad=
o com o Pr=E9mio Bordalo da Casa da Imprensa (1995 e 1997) e com o Pr=E9mi=
o ACARTE/ Maria Madalena de Azeredo Perdig=E3o (1994/95). =C9 fundador de =
EIRA.=0D=0A=0D=0A[ http://www.ctalmada.pt/cgi-bin/wnp_db_dynamic_record.pl?dn=3Ddb_temporada&sn=3Dtemporada_09-=
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SUMMARY;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:AGAIN FROM THE BEGINNING
DESCRIPTION;ENCODING=QUOTED-PRINTABLE:AGAIN FROM THE BEGINNING=0D=0Ade SOFIA DIAS e V=CDTOR RORIZ=0D=0A=0D=0AEstreada em Janeiro de 2008, e j=E1 tendo percorrido os palcos europeus em=
 2009, esta pe=E7a pode ser vista, segundo os criadores, =ABcomo um estado=
 ou percurso mental que procura condensar elementos de um imagin=E1rio con=
stru=EDdo em comum, ao longo da nossa colabora=E7=E3o. Um imagin=E1rio, em=
 parte, sustentado pela necessidade universal de recapitula=E7=E3o, de ret=
orno a um passado pr=F3ximo e a temas ancestrais da hist=F3ria. A recapitu=
la=E7=E3o integrada num processo de recome=E7o. Esse recome=E7o =E9 dado p=
or um gesto que inaugura um percurso f=EDsico implicado em trazer para o c=
entro o que a conven=E7=E3o define como perif=E9rico: c=F3digos e imagens =
surgem assim desconexas, desprendidas de l=F3gica ou integradas numa nova =
ordem. Assumindo o corpo como meio fundamental para a transposi=E7=E3o des=
se estado mental, Again from the beginning =E9 constitu=EDdo por uma lingu=
agem abstracta, onde o absurdo, o emocional, a representa=E7=E3o e a n=E3o=
 representa=E7=E3o s=E3o trazidos para o mesmo plano de rela=E7=E3o=BB.=0D=0ASofia Dias e V=EDtor Roriz colaboram no contexto da dan=E7a contemp=
or=E2nea desde 2006. At=E9 =E0 data apresentaram: 25, Visegradska (2006); =
Under(the)line (2006); Sand castle (2007); Involuntariamente (2007); Again=
 from the beginning (2008); e Unfolding (2009). Os seus trabalhos foram ap=
resentados em Portugal, Espanha, Su=ED=E7a e Fran=E7a. S=E3o artistas asso=
ciados d=92O Espa=E7o do Tempo, em Montemor-o-Novo.=0D=0A=0D=0A[ http://www.ctalmada.pt/cgi-bin/wnp_db_dynamic_record.pl?dn=3Ddb_temporada&sn=3Dtemporada_09-=
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