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ESODO
de Pippo Delbono | TEATRO
em co-apresentação com o Centro Cultural de Belém

COMPAGNIA PIPPO DELBONO EM CO-PRODUÇÃO COM EMÍLIA ROMAGNA TEATRO
ENCENAÇÃO DE PIPPO DELBONO FONDAZIONE
ITÁLIA

PRODUÇÕES ESTRANGEIRAS


ESODO
ESODO

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Com uma linguagem teatral que se aproxima cada vez mais da vida, com a procura de uma palavra simples, que mantenha uma forma de resistência poética e combativa, Pippo Delbono realizou Esodo, uma abordagem à realidade dos imigrantes extra-comunitários.

Usando as palavras de Brecht, de Primo Levi, da Bíblia, de Charlie Chaplin, de Pasolini, de Nichiren Daishonin, o espectador é convidado a reflectir sobre a guerra. É-lhe contado o êxodo de quem foi expulso da sua própria terra, de quem fugiu de uma ditadura, de quem tem a sua alma dentro de outro corpo, de quem deixou o manicómio, de quem não sabe para onde vai, de quem tem medo da morte.

Magda Poli, do Corriere della Sera, considerou Esodo um “retrato sarcástico e cruel de uma sociedade vazia e obtusa, que não vê, nem quer ver, os que sofrem: uma sociedade que marginaliza aqueles que não têm esperança”.

Valeria Ottolenghi, da revista italiana Sipario, considerou o espectáculo de uma “grande beleza (graças às imagens, à densa unidade, à loucura, à graça, à comiseração) e de uma riqueza teatral (entre o cómico e a tragédia, visões de sonho e de uma crua realidade) verdadeiramente extraordinária)”.

Franco Quadri, crítico do La Repubblica, apontou a “corrente súbita de aplausos” que se seguiu ao final do espectáculo a que assistiu.

PIPPO DELBONO
Pippo Delbono nasceu em Varazze em 1959 e começou a estudar teatro numa escola tradicional, que abandonou após conhecer o argentino Pepe Robledo. Com este, partiu para a Dinamarca, onde trabalhou sob a direcção de Iben Nagel Rasmussen. Segue-se um período de viagens no Oriente, onde toma contacto com o teatro e a dança locais. De volta à Europa, trabalha com Pina Baush e apresenta espectáculos em Itália que também realizam digressões na América do Sul.

O teatro de Delbono consiste num espaço aberto, para além das convenções teatrais, onde tudo é revelado em cena, e sobretudo onde são abolidas as fronteiras entre actores e as pessoas do nosso dia-a-dia.

Intérpretes Fadel Abeid, Dolly Albertin, Gianluca Ballarè, Bobò, Enkeleda Cekani, Piero Corso,
Pippo Delbono, Lucia Della Ferrera, Fausto Ferraiuolo, Gustavo Giacosa, Simone Goggiano, Elena Guerrini, Mario Intruglio, Nelson Lariccia, Maura Monzani, Akram Telawe, Giovanni Ricciardi e Pepe Robledo
Técnicos Sergio Taddei, Fabio Berselli e Angelo Colonna
Produção Letizia Sacchi
Responsável de digressão Sandra Ghetti


21h00 Quinta 13
21h00 Sexta 14


Língua italiano (legendado em português)
Duração 1h25


(Êxodo)


BILHETEIRA

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