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RHINOCÉROS
de Eugène Ionesco | TEATRO
em co-apresentação com o Teatro Nacional D. Maria II

COM O APOIO DA ASSOCIATION FRANÇAISE D’ACTION ARTISTIQUE

LA COMÉDIE DE REIMS C. D. N.
CO-PRODUÇÃO THÉÂTRE DE LA VILLE (PARIS)
ENCENAÇÃO DE EMMANUEL DEMARCY-MOTA
FRANÇA

PRODUÇÕES ESTRANGEIRAS


RHINOCÉROS
RHINOCÉROS

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A história desta peça pode resumir-se de uma forma muito simples: trata-se de uma cidade cujos habitantes se metamorfoseiam em rinocerontes. Todos menos um, o último homem: Bérenger. Mas a simplicidade aparente desta fábula mascara uma opacidade diabólica. Ao raspar o verniz desse mundo tranquilo e civilizado surge uma humanidade surdamente arruinada pelo catrastofismo: todos os animais foram dizimados pela peste, o calor é abrasador, as paisagens são desérticas, os nómadas não são recebidos... mesmo os circos foram banidos há muito. Parece-me claro que Ionesco partia da propagação e da adesão aos totalitarismos - tanto o nazismo como o estalinismo - mas via igualmente o homem como capaz de revelar a sua monstruosidade noutras circunstâncias, como afirmou: “Tenho a sensação de me encontrar junto de pessoas extremamente educadas, num mundo mais ou menos confortável, e de repente qualquer coisa se desfaz, se dilacera, e surge esse carácter monstruoso dos homens. É este, creio, o ponto de partida do Rinoceronte”.
Emmanuel Demarcy-Mota

EMMANUEL DEMARCY-MOTA
Emmanuel Demarcy-Mota criou a Compagnie de Théâtre de Millefontaines em 1989, que reunia um grupo de alunos do liceu Rodin. Estudou filosofia na Université René Descartes, e em 1994, com 23 anos, montou L’histoire du Soldat, um espectáculo que permaneceria dois anos em digressão.
Emmanuel Demarcy-Mota é desde Janeiro de 2002 director da Comédie de Reims (Centro Dramático Nacional), onde criou Le Diable en partage e L’Inatendu, de Fabrice Melquiot, Six personnages en quête d’auteur, de Pirandello (apresentado no 21º Festival de Almada), Ma Vie de chandelle, e Marcia Hesse, de Fabrice Melquiot.

Interpretação Hugues Quester, Serge Maggiani, Valérie Dashwood, Charles-Roger Bour, Sandra Faure, Gaelle Guillou, Stéphane Krahenbuhl, Ana das Chagas, Olivier Le Borgne, Gérald Maillet, Cyril Anrep, Pascal Vuillemot, Jauris Casanova e Céline Carrère
Assistente de encenação Christophe Lemaire
Músicos Jefferson Lembeye, Walter N’Guyen e Arnauld Laurens
Cenografia Yves Collet, com a colaboração de Michel Bruguière
Luzes Yves Collet, com a colaboração de Sébastien Marrey
Música Jefferson Lembeye, com Walter N’Guyen e Arnaud Laurens
Trabalho corporal Marion Lévy, com Anne Mousselet
Figurinos Corinne Baudelot, assistida por Annabelle Rambaud
Máscaras Mirjam Fruttiger, com, para a realização, Mathilde Meignan e Audrey Duflot
Maquilhagem Catherine Nicolas
Acessórios Laurent Marquès-Pastor
Colaborador artístico François Regnault
Conselheiro literário Marie-Amélie Robiliard
Construcção do cenário Espace et compagnie
Operação de luzes Régis Guyonnet
Electricista Soizick Provost
Técnico de palco Pascal Daubie
Assistente de camarim Séverine Gohier
Assistente de adereços Mohamed Rezki


21h30 Quinta 13
21h30 Sexta 14


Língua francês (legendado em português)
Duração 2h00


(Rinoceronte)


BILHETEIRA