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A MATA
de Jesper Halle | TEATRO | CRIAÇÃO NO FESTIVAL
com o apoio da Real Embaixada da Noruega em Lisboa

CO-PRODUÇÃO COM O DET APNE TEATER E O CHAPITÔ
CENOGRAFIA E FIGURINOS COM O APOIO DE JOAQUIM RAMALHO E FILIPE FAÍSCA E DOS ALUNOS DE OFÍCIOS DO SEGUNDO ANO DO CHAPITÔ

ARTISTAS UNIDOS
ENCENAÇÃO DE FRANZISCA AARFLOT
LISBOA

PRODUÇÕES PORTUGUESAS


A MATA
A MATA

A MATA
A MATA

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A Mata aborda uma jornada comovente nas memórias reprimidas de um grupo de crianças que cresceram no mesmo bairro de onde uma delas desapareceu. Ao mesmo tempo, a estrutura da peça assemelha-se a um mistério sobre um crime que mantém os espectadores em suspenso até ao fim. O possível abuso e assassinato de uma rapariga pequena só se revela gradualmente. Este mistério não é totalmente esclarecido. Os espectadores esperam respostas no final, mas o caso não é resolvido, nem o assassino travado. A peça centra-se no bairro, nas crianças que vivem lado a lado. Como reagem aos vários acontecimentos, como sentem uma ameaça, sem, no entanto, a perceberem claramente. E, claro, como estas crianças conseguem lidar (ultrapassar ou reprimir) o facto.

JESPER HALLE
Jesper Halle nasceu em 1956, em Oslo. Desde 1984 que escreve para teatro, rádio e televisão, já tendo escrito mais de vinte peças. Escreve sempre materiais para serem representados – letras para canções, sketches cómicos, monólogos, teatro radiofónico, peças para marionetas, séries para televisão e peças para teatro. Já viu mais de dez das suas peças serem representadas. Trabalhou como dramaturgo no Det Åpne Teater por vários períodos de tempo. As suas principais peças são Life is a Sandy Beach (1990), Wild Ducks (1996), The Light of Days (1996) – que recebeu o Ibsen Award for Best New Norwegian Play em 1997, e foi nomeada para o Award for Best Nordic Play, em 1998 -, West of Eden (2000), 24 Unsuccessfull Norwegians, Little Woods – que recebeu o Prémio da Fundação Wilhelm Hansen para Melhor Nova Peça Nórdica e o Hedda Award – e Nora’s Children. Algumas das suas peças foram representadas fora da Noruega, na Suécia, e em Nova Iorque, estando neste momento a ser planeadas produções na China e na Rússia. A Mata foi apresentado na Suécia, Estados Unidos da América, Alemanha, Dinamarca e agora em Portugal.

Intérpretes António Simão, Armando Luís, Bernardo Chatillon, Cecília Henriques, Flávia Araújo, Heloise Ro, Jéssica Anne, João Delgado, Leogizy Mary Gaspar, Nikki, Pablo Malter, Pedro Carraca, Paulo Pinto, Ricardo Batista, Ricardo Carolo, Rúdy Fernandes, Sandra Roque, Sara Moura, Sérgio Conceição e Tinto
Tradução Pedro Porto Fernandes
Cenografia Inger Astri Kobbevik Stephens
Montagem Daniel Fernandes, com o apoio de Rita Lopes Alves
Figurinos Rita Lopes Alves
Luz Pedro Domingos
Assistência de encenação Andreia Bento, João Meireles, Ricardo Carolo, Pedro Carraca e António Simão


19h00 Quarta 5
19h00 Quinta 6
19h00 Sexta 7
19h00 Sábado 8
17h00 Domingo 9
19h00 Terça 11
21h00 Quarta 12
19h00 Quinta 13
19h00 Sexta 14
17h00 Sábado 15
17h00 Domingo 16
17h00 Terça 18


Língua português
Duração 2h20 (com intervalo)





BILHETEIRA

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