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À PROCURA DE JÚLIO CÉSAR
de Carlos J. Pessoa | TEATRO
TEATRO DOS ALOÉS E TEATRO DA GARAGEM
ENCENAÇÃO DE CARLOS J. PESSOA
LISBOA

PRODUÇÕES PORTUGUESAS


À PROCURA DE JÚLIO CÉSAR
À PROCURA DE JÚLIO CÉSAR

À PROCURA DE JÚLIO CÉSAR
À PROCURA DE JÚLIO CÉSAR

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À Procura de Júlio César é uma peça que apresenta duas partes distintas. Na primeira parte, as palavras de Shakespeare misturam-se com o barulho e as luzes da cidade. Na segunda parte de À Procura de Júlio César, assistimos a uma demanda. João José, um actor desempregado, que habita as incertezas existenciais da casa dos cinquenta, procura Júlio César, ou melhor, procura um emprego como motorista de Júlio César.
O problema é encontrá-lo porque, obviamente, Júlio César já não habita a Roma pré-imperial, o Egipto, ou o texto de Shakespeare. Perdeu-se talvez nas malhas ínvias de uma rede global ou, o que é o mesmo, em todas as palavras e imagens que acerca dele fomos ouvindo e vendo, aqui e ali. O anúncio deste Júlio César, que quer um motorista, não tem pois uma morada, porque ele não tem um lugar e será, de algum modo, a procura errática de João José que definirá a sua existência e o seu lugar, i. e., o lugar de ambos. Mais do que encontrar Júlio César e apresentá-lo, trata-se, de facto, de o procurar.
Perante a floresta imensa dos lugares, das imagens e das personagens, João José, é claro, não tem um plano para esta procura e, mais do que encontrar alguém que o esclareça, é confrontado pelos suspeitos do costume que lhe apontam um caminho, feito de surpresas, coincidências e teatro.

CARLOS J. PESSOA
Carlos J. Pessoa nasceu em Lisboa, em 1966. Tem o curso de Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema e a licenciatura em Teatro e Educação pela mesma escola, onde é professor e Director do Departamento de Teatro.
Co-fundador do Teatro da Garagem, em 1989, escreveu e encenou a quase totalidade das peças que esta companhia tem apresentado desde então. Tem publicado as peças Cidade de Fausto, Café Magnético, Pentateuco-Manual de Sobrevivência para o Ano 2000 (ciclo de 5 peças) e A portageira da Brisa.
Em 1993 recebeu o prémio Texto de Teatro, do Teatro na Década, do Clube Português de Artes e Ideias, pela peça Café Magnético; em 2000 foi-lhe atribuído o Prémio CyberKyoske99 - Género Drama, pela peça Desertos - evento didáctico seguido de um poema grátis.

Intérpretes Ana Palma, Carla Carreiro Mendes, Diana Costa e Silva, Elsa Valentim, Fernando Nobre, Jorge Silva, José Peixoto, Leonor Cabral, Luís Barros, Maria João Vicente, Miguel Mendes, Tiago Mateus e Vitor d’Andrade
Música Daniel Cervantes
Figurinos Maria João Vicente e Ana Palma
Desenho de luz Miguel Cruz
Direcção de produção Elsa Valentim e Maria João Vicente
Produção Bruno Coelho e Gislaine Peixoto
Fotografia e vídeo Rodrigo Duarte
Assistente de produção Iría Menut
Operação técnica José Nuno Silva
Estagiária Antonela Silva


22h00 Quinta 6

Língua português
Duração 1h40





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