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FIORE NUDO
espécie de ópera a partir de cenas de Don Giovanni
música de Wolfgang Amadeus Mozart
libreto de Lorenzo da Ponte
em co-apresentação com o Teatro Municipal de S.Luiz

TEATRO NACIONAL DE S. JOÃO
ENCENAÇÃO DE NUNO M CARDOSO
PORTO

PRODUÇÕES PORTUGUESAS


FIORE NUDO
FIORE NUDO

FIORE NUDO
FIORE NUDO

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Como a morte (se a encararmos com exactidão) é o verdadeiro objectivo da nossa vida, tenho-me familiarizado, de há uns anos a esta parte, com essa verdadeira e excelente amiga do homem, a ponto de o seu rosto já nada ter de aterrorizador para mim, parecendo-me, pelo contrário, tranquilizante e muito consolador. [...] De noite, nunca me deito sem pensar que no dia seguinte (por muito jovem que eu ainda seja) talvez já cá não esteja e, no entanto, nenhuma das pessoas que me conhecem e me frequentam pode dizer que eu ande magoado ou triste.
WOLFGANG AMADEUS MOZART
(Carta a seu pai, Leopold Mozart, 4 de Abril de 1787.)


LORENZO DA PONTE
Lorenzo da Ponte nasceu em Treviso em 1749 e faleceu em Nova Iorque em 1838. Por volta de 1770 faz-se sacerdote e vive em Veneza. Porém, leva uma vida libertina, e em 1779 é expulso da então República. Muda-se para Viena, graças ao interesse demonstrado por Antonio Salieri na sua habilidade, já evidente, como libretista. Data destes anos a sua colaboração com Wolfgang A. Mozart na criação de três obras-primas: As Bodas de Fígaro (1786), a partir da comédia de Beaumarchais, Don Giovanni (1787) e Così Fan Tutte (1790).

WOLFGANG AMADEUS MOZART
Wolfgang Amadeus Mozart nasceu em Salzburgo, em 1756. Foi uma criança prodígio de uma família musical burguesa, começando a compor minuetes para cravo aos cinco anos. Em 1763, foi levado pelo pai em digressão pela França e Inglaterra. Entre 1770 e 1773 visitou Itália por três vezes, onde compôs a ópera Mitridate. A eleição do conde Hieronymus Colloredo como arcebispo de Salzburgo mudaria esta situação. A Sociedade de Corte vienense implicava com a origem burguesa e os modos de Mozart, e Colloredo não admitia que um mero serviçal passasse tanto tempo em viagens ao exterior. Em 1781 Colloredo ordena a Mozart que se junte a ele e à sua comitiva em Viena. Insatisfeito por ser colocado entre os criados, pediu a demissão. A partir daí, passa a viver da renda de concertos, da publicação das suas obras e de aulas particulares. Em 1786, compõe a primeira ópera em que contou com a colaboração de Lorenzo da Ponte: As Bodas de Fígaro. Segue-se Don Giovanni, considerada por muitos a sua obra-prima. Mozart ainda escreveria Così Fan Tutte, com libreto de Da Ponte, em 1789. Em 1791 compõe as duas últimas óperas (A Clemência de Tito e A Flauta Mágica). Na Primavera desse ano recebe a encomenda de um Requiem (K.626). Contudo morre a 5 de Dezembro de 1791, deixando a obra inacabada. É enterrado numa vala comum de Viena.

Intérpretes Ana Barros, Andresa Soares, António Durães, Carla Simões, Fernando Guimarães, Joana Manuel, João Merino, José Corvelo, Pedro Pernas, Rui Massena (Piano), Carlos Piçarra Alves (Clarinete) e Bruno Martins (Contrabaixo)
Adaptação e Direcção Musical Rui Massena
Dramaturgia Nuno M Cardoso
Coordenação de projecto João Henriques
Cenografia João Mendes Ribeiro
Figurinos Frederica Nascimento
Desenho de luz Nuno Meira
Desenho de som Francisco Leal
Música electrónica ambiental Miguel Pereira


21h00 Sábado 8
21h00 Domingo 9


Língua italiano (legendado em português)
Duração aproximada 1h20


(Flor Nua)


BILHETEIRA

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