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TODOS OS QUE CAEM
de Samuel Beckett | TEATRO
A COMUNA - TEATRO DE PESQUISA
ENCENAÇÃO DE JOÃO MOTA
LISBOA

PRODUÇÕES PORTUGUESAS


TODOS OS QUE CAEM
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TODOS OS QUE CAEM

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Em 1956, na sequência do impacto produzido pelas sucessivas estreias, em diferentes palcos Mundo fora, de À Espera de Godot, Beckett recebe um convite da BBC para escrever uma peça para rádio. Daí resultará All That Fall/Todos os que Caem (Setembro de 1956, data de escrita), a sua primeira peça radiofónica e a mais extensa de todas as que viria ainda a escrever para este meio de comunicação, que assinala uma estreia dramatúrgica em língua inglesa; uma vez que tanto a enjeitada Eleutheria (sua primeira peça não incluída no seu teatro completo, e conhecendo apenas edição póstuma em 1995) como En Attendant Godot e Fin de Partie, os seus três textos dramáticos inaugurais para palco, possuem uma versão originária em francês. Todos os que Caem, a mais irlandesa das suas obras teatrais, que permite ao autor revisitar ficcionalmente lugares e personagens da sua infância em Foxrock, teria ainda a particularidade de ser a segunda peça de Beckett, depois de Godot, a ter uma realização pública, uma vez que é transmitida pela rádio britânica em 13 de Janeiro de 1957.

SAMUEL BECKETT
Samuel Beckett nasceu em 1906 em Foxrock, perto de Dublin. De família burguesa e protestante, estudou francês e italiano no Trinity College de Dublin, foi professor em Paris, conheceu James Joyce, regressou à Irlanda em 1931, passou por Londres e pela Alemanha, voltou a Paris quando rebentou a guerra e fez parte da Resistência. É no pós-guerra que vive o período mais intenso da sua produção literária, com a escrita em francês e entre outros textos, da peça À Espera de Godot, de uma trilogia de romances e de quatro novelas (entre as quais Primeiro Amor). Depois começa a traduzir os seus textos para inglês e volta a escrever também nesta língua. Constrói uma obra dupla, bilingue, cada vez mais depurada. Recebe o Nobel em 1969, distribuindo o dinheiro pelos amigos. Morre em Paris em 1989. Celebra-se este ano o centenário do seu nascimento.

Intérpretes (ordem de entrada em cena) Maria do Céu Guerra (cedida por “A Barraca”), Miguel Sermão, Hugo Franco, Álvaro Correia, João
Tempera, Victor Soares, Ana Lucia Palminha, Sara Cipriano, Alexandre Lopes e Carlos Paulo
Locução Luis Filipe Costa
Tradução Carlos Machado Acabado
Ambiente sonoro José Pedro Caiado e Hugo Franco
Desenho de luz João Mota
Figurinos Carlos Paulo
Guarda-roupa Mestra Fátima Ruela
Feitura do fato de Mrs Rooney Cecília Sousa
Cartaz ROTA2
Fotografia Pedro Soares
Gabinete de produção Rosário Silva e Carlos Bernardo
Operador de luz/som Alfredo Platas
Técnicos Alfredo Platas, Renato Godinho e Mário Correia
Assistência geral Cremilde Paulo, Madalena Rocha, Leonor Gama, Eduardina Sousa e Assunção.


16h00 Domingo 16
19h00 Segunda 17


Língua português
Duração 1h20





BILHETEIRA

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